Relaciones de producción, derecho y modelos de negocio: la regulación del trabajo en plataformas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.25057/2500672X.1640

Palabras clave:

Cooperativismo de plataforma, Derecho, Financiarización, Plataformas digitales , Regulación

Resumen

La plataformatización del trabajo puede representarse con un término: precariedad. El proceso de precariedad iniciado por las plataformas digitales es muy similar al panorama general del mundo del trabajo en la periferia capitalista, por lo que entender esta puede aclarar mucho sobre el asunto. La precariedad del trabajo en plataformas está vinculada al modelo de negocio adoptado por las empresas tecnológicas, razón que invita a abrir espacios para discusiones sobre la posibilidad real de cambios efectivos a través de la regulación jurídica de las relaciones de producción capitalistas y la forma mercantilizada de trabajo. Surge entonces la pregunta: ¿es posible regular el trabajo en plataformas? El presente trabajo de carácter exploratorio presenta diferentes perspectivas sobre el proceso de plataformatización del trabajo y la actividad regulatoria, adoptando como método de procedimiento la investigación bibliográfica, y como método de abordaje el análisis deductivo con la guía general del método materialista histórico-dialéctico. Con esto esperamos contribuir a las reflexiones sobre la regulación del trabajo en plataformas digitales.

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Biografía del autor/a

Felipe Gomes Mano, Universidad Estadual Paulista

Doctorando en Derecho en la Universidad Estadual Paulista (UNESP), Facultad de Ciencias Humanas y Sociales, Franca. Abogado. Correo electrónico: felipe.mano@unesp.br

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Publicado

2024-09-06

Cómo citar

Gomes Mano, F. (2024). Relaciones de producción, derecho y modelos de negocio: la regulación del trabajo en plataformas. Nuevo Derecho, 20(35), 1–34. https://doi.org/10.25057/2500672X.1640

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